NOTÍCIA

 

Princesa Isabel - PB, domingo, 6 de novembro de 2005

 

Poesia premiada pelo Sesc

A poesia "Lambe-lambe na praça", de Valban Lopes, concorreu com outras 42 e saiu vencedora do 1º Festival de Poesia Encenada do Sesc, dia 31 de outubro, em João Pessoa - PB. O próprio autor participou da encenação, juntamente com o "Grupo de Teatro Perfil" e a "Companhia Riso Ambulante", ambos de Brasília - DF. Mais detalhes, abaixo.

(Mardson Medeiros, colaborou Emmanuel Arruda)

 

EM PROFUNDIDADE

Lambe-lambe na Praça é a vencedora do Festival de Poesia Encenada

            Quarenta e duas poesias concorreram, durante o mês de outubro, no 1º Festival de Poesia Encenada do Sesc que premiou na última sexta, 31 de outubro, cinco poesias e um intérprete, com empate para o segundo e terceiro lugar. Valban Lopes, Adriano Cabral, Vladimir Santiago, Valmir Neves e Cátia de França foram os autores premiados, enquanto Márcio Bacelar levou o prêmio de Melhor Intérprete.
            O primeiro lugar ficou com o poeta Valban Lopes com a poesia Lambe-lambe na Praça. A interpretação ficou por conta do próprio autor e teve a colaboração do Grupo Perfil. Ascelino de Moura, como é conhecido o vencedor, nasceu no sítio Marinho, em 1962, no alto sertão da Paraíba. Começou a fazer poesia ainda jovem e hoje é uma das suas grandes paixões.
            Já o prêmio de segundo lugar ficou com os poetas Adriano Cabral e Vladimir Santiago com Classificado para o Futuro ou Aluga-se Lágrimas para quem não Sabe Chorar e Minha Alma Traída, respectivamente. Valmir Neves e Cátia de França dividiram o terceito lugar com Notícia Fria e Bons Vizinhos. Márcio Bacelar ganhou o prêmio de Melhor intérprete com a poesia Renovar de Coely Rejane.
            Além das poesias vencedoras, participaram da final: Uma piada sem graça (Roney c. de Melo), Profissão: Doméstica (Cassandra Figueiredo), Festa-do-festo-festa-manifesto-festa-do-festo (Cláudio Moraes), Perdição (Antonio Luiz), Fragmentos de um pai (Daniel Chaves), Renovar (Coely Rejane), Solo azul para oboé (Kitila Macombo), Contra exposição (Kaline Lima), Quer alegria, não ame! (Fausto Costa), Evacuação (Fábio Mozart), Homem das minhas noites (Valquiria Lima), Poetas (Paulo Sergio), Selvagens (Rafael Paiva), Mundo e Mundo (Laís Dantas), Vício (Isaú Paulino) e Orfeu mínimo (Everaldo Vasconcelos).
            O Festival de Poesia Encenada do Sesc despertou, durante o mês de outubro, a atenção dos diversos segmentos interessados na produção literária paraibana, através do incentivo e do desenvolvimento de uma ação pró-literatura, junto a críticos, poetas e ao público em geral.
            O Festival de Poesia Encenada aconteceu durante as segundas-feiras do mês de outubro e trouxe para a Área de Lazer do Sesc tanto artistas conhecidos pelo público da Capital, como Cátia de França e Everaldo Vasconcelos, quanto novos talentos das áreas cênica e literária, como é o caso dos estudantes de comunicação da UFPB Daniel Chaves e Cláudio Moraes.
            O júri oficial do Festival foi formado por Lau Siqueira (vice-presidente da Funjope), Eurídes Sousa (Poetisa), de Jailto Souza (jornalista) Cida Lobo (sub-secretária de cultura do Estado), Eliézer Rolim (Ator e diretor), Elba Góes (atriz), Genário Duna (ator e diretor), Edmilson Cantalice (presidente do sindicato dos atores da Paraíba), Políbio Alves (Poeta).
            A premiação do concurso é de R$ 1.000,00 para a melhor poesia, R$ 800,00 para o segundo lugar e R$ 600,00 para o terceiro colocado. Já a de melhor intérprete é de R$ 500,00. Todos os prêmios são acompanhados de troféus. Por conta do empate, os prêmios de segundo e terceiro lugar serão divididos.

(Portal do Sesc)

 

 

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